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Distancia

35,89 km

Desnivel positivo

277 m

Dificultade técnica

Moderado

Desnivel negativo

181 m

Altitud máxima

1.180 m

Trailrank

27

Altitud mínima

745 m

Trail type

Solo ida

Tiempo en movimiento

18 minutos

Tempo

5 horas 31 minutos

Coordenadas

309

Fecha de subida

9 de agosto de 2018

Fecha de realización

agosto 2018

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1.180 m
745 m
35,89 km

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preto de Inhotim, Minas Gerais (Brazil)

Visita ao Inhotim

Grupo ( TODOS DO 2º AUT-T1):
- Ana Luiza
- Bruna Eduarda
- Gabriel Henrique
- Isabella Moreira
Foto

G 22 - Carroll Dunham - GARDEN

  • Foto de G 22 - Carroll Dunham - GARDEN
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  • Foto de G 22 - Carroll Dunham - GARDEN
  • Foto de G 22 - Carroll Dunham - GARDEN
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A obra Garden, criada pelo pintor norte-americano Carroll Dunhan, no ano de 2008, consta de cinco quadros, que ocupam salas distintas da galeria G22, que era uma antiga casa da fazenda e que deu lugar ao maior acervo de arte contemporânea do país, o INHOTIM. Ao caminhar pelas salas, o visitante vê uma árvore por diversas perspectivas, representando que podemos observar um mesmo espaço de várias formas diferentes, ao decorrer do tempo. Na quinta e última tela, nos deparamos com uma árvore caída, trazendo uma ideia de domesticação da natureza pelo homem, que, com o passar dos anos, muda o espaço a fim de atender suas necessidades e interesses, sem se preocupar em repor os recursos retirados. Em um mundo que não temos juízo nem no presente, o que esperar do futuro?
Foto

G18 - Carlos Garaicoa

  • Foto de G18 - Carlos Garaicoa
  • Foto de G18 - Carlos Garaicoa
  • Foto de G18 - Carlos Garaicoa
O espaço está interligado com o tempo e isso é claramente explícito na obra Ahora juguemos a desaparecer (II), de Carlos Garaicoa e produzida em 2002. A obra consiste em variadas velas de moldadas na forma de grandes monumentos turísticos mundiais, históricos, como a Torre Eiffel, a estátua da Liberdade e até mesmo o palácio do Planalto, que vão se desfazendo com o passar do tempo. O pavio, a cada segundo, queima e derrete a parafina que o rodeia, transformando os monumentos em "cinzas", ou melhor, em parafina derretida. O autor busca representar que, por mais belas e robustas que sejam, por mais indestrutíveis que pareçam, nada é tão forte que possa resistir ao tempo. A cada momento que passa, a beleza é consumida por um fogo interminável, chamado tempo.
Foto

Sala vermelha

  • Foto de Sala vermelha
  • Foto de Sala vermelha
  • Foto de Sala vermelha
  • Foto de Sala vermelha
Dentro do que se diz respeito ao conceito de tempo e espaço a obra que nos ilustra uma sala vermelha repleta de itens da mesma cor nos leva a certas interpretações. O conceito de espaço se faz presente ao se analisar a sala como um todo, as dimensões da obra retratam a continuidade do espaço até que se termine o recinto. O conceito de tempo se faz presente pelo fato de que há uma torneira que goteja sangue que leva até a sala, levando a ideia de que todo o quarto foi sendo, ao longo do tempo, preenchido pela cor carmesim.
Foto

True Rouge - Tunga

  • Foto de True Rouge - Tunga
  • Foto de True Rouge - Tunga
  • Foto de True Rouge - Tunga
A obra é composta de objetos variados, de jarros até penas, todos com algo vermelho, de diferentes formas e peso, dispondo-se com o arranjo entre eles, chamando a atenção para literal ocupação do espaço pela cor vermelha, se “apropriando” do termo físico “Redshift” que significa “Desvio para o vermelho”.Os objetos que compõe a obra são suspensos por redes e correntes de aço que estão presas no teto por pedaços de madeira, reproduzindo as cordas de um fantoche. Essa relação sugere falta de autocontrole dos objetos e que algo não os mantém em repouso, embolando as correntes de aço e aglomerando as redes com os objetos. Existem alguns jarros de diferentes formatos e tamanhos com água vermelha dispostos junto com outros objetos que definem sua posição, fazendo alusão ao uso do espaço único de cada jarro e consequentemente da água em seu interior, mostrando também que coisas exteriores controlam seu posicionamento.

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