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825 m
618 m
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59,67 km

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preto de Casa Branca, São Paulo (Brazil)

Dário de Bordo. 18º Dia. Casa Branca (SP) a Santa Rosa de Viterbo (SP). Hoje foi um pedal seco e silencioso, com 70 km. Seco porque não choveu e silencioso por conta da estrada pouco movimentada e com um trecho em leito natural, o mais belo do dia. Na saída de Casa Branca, optei por um caminho alternativo, para fugir da rodovia estadual muito movimentada. Na saída de Casa Branca, a estrada é ladeada por eucaliptos que parecem atingir o céu. O tempo estava abafado, mas o sombreamento arrefeceu a temperatura. A oito quilômetros de Tambaú (SP), o asfalto cedeu lugar à terra. Passei por várias chácaras e sítios (não sei a diferença) em região na qual a passarada comanda os sons, junto com mugidos bovinos que vêm de todos os lados. Havia muita lama no caminho, resultado das chuvas de vários dias. Mas o lamaçal foi vencido sem dificuldades. Cheguei a Tambaú (SP) às 14h. Almocei no Restaurante Tarzan e fui rever as igrejas locais. Tambaú é a terra do Padre Donizette, o Padre Cícero local. É também um lugar com muitas olarias. O tempo fechou na saída de Tambaú, mas felizmente ficou na ameaça. Encarei os 35 km finais até Santa Rosa de Viterbo na SP-332, Rodovia Padre Donizetti, em total silêncio. Nenhum movimento. Estrada com asfalto novo e relevo bem suave. A partir de Casa Branca, a Mantiqueira ficou para trás. Agora, pedalo numa região de transição, que me levará ao Planalto Meridional, onde está R. Preto. Ouvi, na hora do almoço, uma canção com Sérgio Reis, que tem tudo a ver com viagens [iguais às minhas]: "se o Sol vem saindo eu já vou saindo e quando anoitece estou noutro lugar".

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