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Lonxitude

10,42 km

Desnivel positivo

544 m

Dificultade técnica

Moi difícil

Desnivel negativo

544 m

Altitud máxima

572 m

Trailrank

28

Altitud mínima

128 m

Tipo de ruta

Circular

Tempo

6 horas 45 minutos

Coordenadas

925

Fecha de subida

8 de enero de 2017

Fecha de realización

enero 2017
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572 m
128 m
10,42 km

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preto de Teixido, Galicia (España)

Clássico roteiro circular e que actualmente está bem indicado desde a central hidroeléctrica da Ventureira (abandonada) até a central nova de Endesa em Goente, e volta polo desfiladeiro e antigo canal até chegarmos de novo á Ventureira.
Saímos da Ventureira, e subimos em zigue-zague até os depósitos da central. Umha vez aqui, seguimos subindo pola esquerda até chegarmos a estrada na Candorca. Por estrada seguimos até a aldeia de Teixido. Aqui temos umha fonte ao pe da estrada (hai que passar sobre 100 mts o nosso caminho e recuarmos despois). Colhemos o desvio indicado por um caminho que sobe e que nos leva a um miradoiro nas Traves. Seguimos um caminho/devasa pola Pena do Crego até o Regato de Morixoso.
Aqui temos que agradecer, e moito, á persoa ou persoas que fôrom marcando com pontinhos e flechas em azul este roteiro, pois neste troço é fundamental. É um troço complexo, onde hai que escalar, usarmos as maos e estarmos com todos os sentidos activos. Furando polos toxos, passando à beira do abismo, imos descendo (hai zonas com cordas para ajudar na descida), até chegarmos às Fragas da Lamela. Chegamos a um caminho que leva até a fervença do Morixoso e que se utiliza tamém polas persoas que praticam escalada neste espaço. A partir daqui descemos polo caminho até chegarmos a umhas escadas a mao direita. Descemos a escadaria e imos cruzando um pequeno núcleo de casas abandonadas, um lavadoiro, seguimos descendo até a estrada que nos leva ao paredom da central. Despois da última casa (umha magnifica casa restaurada, sabotada e abandonada) temos umha outra fonte à nossa direita.
Seguimos pola direita, passamos o paredom, e a mao esquerda, descemos polas escadas até o rio Eume. Um rio seco, ao que lhe roubárom a auga pouco antes. É curioso observarmos este troço do nosso rio sem auga, os imensos bolos graníticos do fundo, as poças amenas e imaginarmo-nos o caudal desenfreado do mesmo hai um século, ...
Despois e seguirmos pola direita até encontrarmos o canal, para irmos por cima do muro do canal, case todo o caminho de volta (às vezes temos que irmos por fora - como cando nos encontramos um pequeno cabano sem telhado, que hai que contornar por baixo o canal; e outras vezes por dentro, devido às laxes e rochas que caírom ou as árvores que fôrom medrando no canal).
O canal e nós mantemo-nos em altura, mais o rio nom, vai ficando cada vez máis por baixo de nós. Hai partes do caminho, por fora do canal, bem estreitinhos, e co rio a máis de cem metros para baixo, que som de foto e espectaculares, mais quem tiver vertige está perdido/a. Aqui é digno de salientarmos as árvores que medram e furam no meio das rochas (loureiros e érvedos principalmente) que se chantam neste caminho labrado à picareta, e que se equilibram sobre o abismo das sugerentes poças que se enxergam. Esta parte de floresta é umha joia botánica, e retrato fiel do que foi e devia ser a fraga do Eume. A nossa maravilha de passeio vai acabando, aparecem já sinais de incivilizaçom: eucaliptos aos nossos pes, algum de grande tamanho temos que o driblar apoiado sobre o muro. Chegamos a umha curva com um novo túnel, cruzamo-lo por dentro para termos um final de roteiro distinto e, umha vez atravessado, estamos de novo nos depósitos de captaçom da central. É só descermos o belo caminho em zigue-zague até a ponte da central velha da Ventureira.

É um roteiro fantástico, moi bonito, o melhor para conhecermos a bacia e desfiladeiro do Eume. Primeiro visto de cima, e despois percorrendo-o por dentro.
Classificamo-lo como muito difícil, porque alguns troços som de auténtica vertige, e outros como o de Morixoso exigem forma, sentido, calma e experiência de caminhante.
Atençom ao calçado escolhido (polo tipo das solas do mesmo) nos dias de chúvia e húmido: escorregar pode ser fatal.
Nós tivemos moita sorte: um dia de inverno, mais soalheiro. Mais este sol de inverno vai baixo e molesto, e às vezes impede umha visom correcta do caminho, polo que exige boné de pala e óculos de sol, para nom darmos passos em falso.

Para concluir queremos indicar e agradecer outros roteiros que se encontram no web e que nos servírom de referência para regressar e voltar a fazermos este fabulosa caminhada.

https://es.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=3473283 (José Conxo)
http://www.wikirutas.es/rutas/Galicia/La_Coruna/eume/Desfiladero_del_Eume_Circular/

Moito obrigado a todas as persoas que partilham as suas andainas na rede, e em especial aos treks do spray azul ; )

Comentarios

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