Tempo  7 días 6 horas 35 minutos

Coordenadas 8075

Fecha de subida 3 de diciembre de 2017

Fecha de realización diciembre 2017

-
-
858 m
-19 m
0
50
99
199,0 km

Vista 2428 veces, descargada 244 veces

preto de Chão do Porto, Viana do Castelo (Portugal)

| PORTUGAL PROFUNDO |
| ETAPA 2 | "Caminha (Dem) - Vila do Gerês (PNPG)" - 198 Km |
A paixão por PORTUGAL... O amor pela nossa terra!

MINHO - NORTE DE PORTUGAL
Concelhos a Percorrer:
( Caminha, Ancora, Viana Castelo, Ponte Lima, Vila Verde, Ponte da Barca, Terras de Bouro )

Aldeias de Portugal | Aldeias "Fantasma" | Aldeias do Xisto

O nosso PORTUGAL PROFUNDO!
Portugal é isto, laje sobre laje, dias sobre dias, estórias com história, corpos com alma, rugas com eternidades para contar. Portugal é isto, e isto é tanto. Estimam-se livros de ouro e desperdiçam-se histórias de diamante. O que somos é muito mais do que aquilo que se pode guardar num banco ou bolsa. O que somos é história fortificada, é DNA enriquecido pela luta de quem viveu, sofreu, sorriu e venceu. O que não deveríamos ser era fracos de memória e deixar de estimar o que somos, e o que somos vale mais que ouro. Se somos assim, sensíveis, é porque rios de lágrimas choveram sobre os mares! Se somos assim, determinados, é porque os mares desconhecidos nos permitiram enxergar a nossa alma destemida! Se somos assim, guerreiros, é porque nem bávaros, gauleses ou vizinhos vez alguma nos conseguiram dobrar pela espinha! Se somos assim, de paladar refinado e pote enriquecido, é porque aprendemos a ser felizes à mesa, a conviver à média luz e ao sabor de um belo cozido à portuguesa! Se somos assim, poupados, é porque conseguimos ultrapassar dezenas de crises, aprendendo a utilizar cem por cento do porco, a cozinhar com castanhas, a fumar o que é preciso estimar ou a saborear uma sardinha partida em três! Se somos assim é porque milhares e milhares de aldeias sobreviveram ao passar dos tempos, sempre edificadas nos seus mais nobres valores e tradições. Se somos assim porque haveremos nós de mudar?
....................................................................................................................................................

|| ALDEIAS DO XISTO - ALDEIAS DE PORTUGAL - ALDEIAS "FANTASMA" ||

Portugal é um destino por excelência para a prática de Turismo de Natureza, dispondo de um riquíssimo património natural.
Portugal possui uma enorme variedade de paisagens e elevada diversidade de habitats naturais, com condições que permitem a realização de programas de observação de aves em habitats distintos e com um grande número de espécies, designadamente, em habitats de montanha, estuários, escarpas, montados de sobro, lagoas costeiras, planícies cerealíferas.
Importa salientar que cerca de 21% do território português é formado por Áreas Classificadas com fortes valores naturais e de biodiversidade a nível da fauna, flora e da qualidade paisagística e ambiental, dispondo de uma oferta de atividades de animação turística ajustadas aos diferentes segmentos do Turismo de Natureza.
A proximidade de Portugal aos mercados europeus emissores, o clima ameno durante todo o ano, permitindo que, em todos os períodos, seja possível realizar um conjunto vasto de atividades outdoor, e a segurança do destino, são outros aspetos relevantes para a oferta de Turismo de Natureza.
Os sabores da gastronomia, a oferta de alojamento, o bom acolhimento e a simpatia das pessoas constituem, igualmente, valores que definem a excelência de Portugal como destino de Turismo de Natureza.
...................................................................................................................................................

AS ETAPAS deste "PORTUGAL Profundo"

| MINHO - Norte Portugal |
ETAPAS
1ª Etapa - Valença | Caminha (Dem)
2ª Etapa - Caminha | Geres (PNPG)

| MINHO & TRAS-OS-MONTES - Norte Portugal |
ETAPAS
3ª Etapa - Gerês (PNPG) - Montalegre (Mourilhe)
4ª Etapa - Montalegre - Murça

| TRAS-OS-MONTES & ALTO DOURO - Norte Portugal |
ETAPAS
5ª Etapa - Murça - Régua
.....................................................................................................................................................
QUEM SOMOS
ECO TT- Turismo & Aventura
Visitas Guiadas e Passeios Turísticos
Since 1998

Mais do que uma Marca, somos um MITO!!
PIONEIROS, também no educar ....e saber partilhar "Know How"!

A nossa marca é simples: não temos produto que não combine, no seu melhor, a descoberta ativa da paisagem e do património com os bons prazeres do vinho e da gastronomia regional.

A nossa equipa é especial: tem brio e bom senso. Os nossos colaboradores são especialistas e polivalentes, prudentes e aguerridos. Sabem ser próximos e discretos com as pessoas, dar-lhes a segurança e o espaço de que precisam para poderem divertir-se, evadir-se, descansar.

Os nossos valores são os princípios da nossa ação: respeito incondicional pelo turismo sustentável, máxima qualidade na prestação do serviço.

Acreditamos no Turismo como força viva ao serviço da paz, veículo de amizade e compreensão entre os povos, fator de desenvolvimento sustentável das regiões, contributo para a valorização e preservação do património natural e cultural.

Sabemos que é um privilégio ter como "ofício de lazer" descobrir e partilhar o lado bonito do mundo e poder fazê-lo com um modesto grupo de entusiastas que preza, acima de tudo, a qualidade e o saber conviver no seu estado ZEN mais puro.

A nossa missão é retribuir este privilégio: oferecer aos nossos amigos, em toda a sua plenitude, uma região como o MINHO ou TRAS-OS-MONTES, onde o ar é limpo, a terra e o mar parecem não ter fim e o tempo não tem pressa.

É com esta filosofia e esta paixão que organizamos incentivos outdoor que promovem o team building, programas multi-actividades, programas para famílias, férias a pé e em bicicleta, passeios e expedições. Que escrevemos guias on line para o MINHO, considerados pioneiros na informação turística da região. E que adoramos receber neste nosso "PORTUGAL Profundo".

A idade não se mede em anos… mas em PAIXAO, e ainda assim:
já temos e somos 20 anos de História!
Jan’98 a Dez’17 - Bem Haja a toda a nossa ALMA LUSITANA!

Embora o Minho e o Tras-Os-Montes seja o nosso território preferencial, navegamos por todo o PAÍS!... .

....................................................................................................................................................

Missão
É este o nosso PORTUGAL PROFUNDO e genuíno, longe das grandes cidades… e repleto de alma, que queremos dar a conhecer a todos os que embarquem connosco nesta inebriante descoberta.

Nos dias que correm o Interior do país assiste a um processo de desertificação. E é neste olhar atento, sentido… e profundamente Lusitano, que ao longo dos últimos vinte anos se vêm aglutinando esta paixão continuadamente sentida e sincera, criando uma palpitante ideia a que, seguramente, poderíamos denominar de Olhares da Memória.

É, a nosso ver, um projeto que pretende inverter esta tendência e que visa preservar, dando a conhecer, localidades «ricas pelo património que possuem» contribuindo assim para evitar a perda de tradições seculares.

Este embrião ideológico possui, inequivocamente, uma enorme sede de beber na fonte da procura, e sempre com o objetivo de perceber melhor «a riqueza de localidades»,
seja em património natural, oral ou histórico.

É premente que neste projeto Olhares da Memória tenhamos como objetivo criar uma ferramenta tecnológica inovadora que vise o desenvolvimento económico das áreas rurais.

É um importante passo para estimulação e dinamização de uma desenvolvimento sustentável, tendo por base a animação turística.

O principal objetivo é oferecer um serviço inovador, que prime pela diferença… que traga no olhar visões extraordinárias, que ofereça sensações que abracemos de olhos fechados, sabores que degustaremos com deleite.

E tudo isto e ao mesmo tempo, dando a conhecer toda uma região e um território tão rico e tão diversificado, com um povo que acumulou saberes e sabores ao longo de centenas de anos, que soube preservar o melhor da sociedade global em identidade local, num país tão pequeno que se manteve unido, feito por um povo que nunca desistiu de construir...

É nossa missão dar a conhecer séculos de história, paisagens pejadas de verde interrompidas por rios, parques naturais, lugares de fé, vinhos de excelência, gastronomia abastada, artesanato diversificado e hospitalidade reconhecida – assim é Portugal!.







Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 12/01/2017 16:42

Distância percorrida: 198,5 km (174:35)

Tempo em andamento: 172:46

Velocidade média: 1,14 km/h

Média em movimento: 1,15 km/h

Velocidade Máxima: 70,13km/h

Altitude Mínima: -19 m

Altitude Máxima: 858 m

Velocidade de Subida: 1190,5 m/h

Velocidade de Descida: -1368,3 m/h

Ganho de altitude: 5801 m

Perca de altitude: -5720 m

Tempo de Subida: 04:52

Tempo de Descida: 04:10

Dem Antes da sua elevação a freguesia em 1969, o território de Dem integrava Orbacém e Gondar. Situada num vale, no sopé da Serra d’Arga, vale a pena subir até ao miradouro de Nossa Senhora das Neves, que oferece uma panorâmica impressionante de Caminha, do Rio Minho e da Galiza. Terra tradicionalmente festiva, o seu calendário é marcado pelas festas do Senhor e S. Gonçalo, S. Silvestre e Nossa Senhora das Neves. Esta última é mais conhecida como Romaria da Senhora da Serra e, todos os anos, a 4 e 5 de Agosto, as celebrações têm como palco a bonita Capela da Senhora das Neves.
Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 11/24/2017 10:13

Distância percorrida: 1,7km (00:06)

Tempo em andamento: 00:05

Velocidade média: 15,11km/h

Média em movimento: 18,97km/h

Velocidade Máxima: 30,85km/h

Altitude Mínima: 263m

Altitude Máxima: 349m

Velocidade de Subida: 828,1m/h

Velocidade de Descida: -397,4m/h

Ganho de altitude: 86m

Perca de altitude: -1m

Tempo de Subida: 00:06

Tempo de Descida: 00:00

SERRA D'ARGA... Uma Ideia da Natureza!! Na ascensão à Serra D'Arga, a primeira grande vista é a da Foz do Rio Minho, com o Monte de Santa Tecla a guardar a margem Galega e a Fortaleza de Nossa Senhora da Insua a defender o lado Português. Lá do alto pode ainda apreciar-se a confluência do Rio Coura com o Rio Minho, algumas centenas de metros a Norte de Caminha. A subida ao vasto planalto que coroa a Serra leva, inevitavelmente, ao Mosteiro de S. João D'Arga. Há quem diga que é das mais belas vistas panorâmicas do Alto Minho, localizado a cerca de 400m de altitude. É preciso lá estar, ver e sentir, para confirmar. Deste miradouro, desfrute de uma paisagem simplesmente extraordinária, que nos permite perceber a vastidão de um horizonte inigualável. A vista estende-se desde a imponente Serra d`Arga, descendo à foz do rio Minho no resplandecente prateado das suas águas, que ao entardecer proporciona vislumbrar o melhor pôr-do-sol da região. De mãos dadas com a foz do rio Minho e o Mar está Monte de Santa Tecla na vizinha Espanha - a Guarda, com quem o concelho faz fronteira. Não passará despercebida a extensa mancha verde pintada pela Mata Nacional do Camarido. Fixe, por fim, o olhar nos extensos areais das magníficas praias de Moledo e de Vila Praia de Âncora. Para além da vista arrebatadora, neste monte, há a capela de Santo Antão, anterior ao início do século XVIII, reconstruída em 1775. Renovadas as energias, respirado ar, simplesmente, puro, retome a sua descoberta neste encantador “mosaico de paisagens”.
Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 11/24/2017 10:41

Distância percorrida: 9,9km (00:34)

Tempo em andamento: 00:28

Velocidade média: 17,49km/h

Média em movimento: 20,82km/h

Velocidade Máxima: 45,77km/h

Altitude Mínima: 210m

Altitude Máxima: 371m

Velocidade de Subida: 935,6m/h

Velocidade de Descida: -927,9m/h

Ganho de altitude: 305m

Perca de altitude: -201m

Tempo de Subida: 00:19

Tempo de Descida: 00:13

Capela de S.Pedro de Varais - ANCORA Templo que se caracteriza pela sua simplicidade, quase sem decoração. Na nave da capela é possível observar pinturas a fresco do século XVI.Apesar das suas pequenas dimensões, é um monumento românico de perfeita arquitectura e rara beleza. Diz a tradição tratar-se de um Mosteiro antigo e a sua situação assim o parece indicar pois, se não fora o destino cenobítico e o caracter procurado, de eremita, para o tempo, não se teria erguido tal igreja no seio de um monte difícil de subir de ambas as partes, tanto de Vile, como de Azevedo.
Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 11/24/2017 10:51

Distância percorrida: 13,3km (00:44)

Tempo em andamento: 00:37

Velocidade média: 17,79km/h

Média em movimento: 21,49km/h

Velocidade Máxima: 45,77km/h

Altitude Mínima: 210m

Altitude Máxima: 376m

Velocidade de Subida: 840,6m/h

Velocidade de Descida: -1112m/h

Ganho de altitude: 316m

Perca de altitude: -367m

Tempo de Subida: 00:22

Tempo de Descida: 00:19


Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 11/24/2017 11:01

Distância percorrida: 16,5km (00:54)

Tempo em andamento: 00:46

Velocidade média: 18,13km/h

Média em movimento: 21,49km/h

Velocidade Máxima: 45,77km/h

Altitude Mínima: 11m

Altitude Máxima: 376m

Velocidade de Subida: 804,4m/h

Velocidade de Descida: -1262,6m/h

Ganho de altitude: 321m

Perca de altitude: -567m

Tempo de Subida: 00:24

Tempo de Descida: 00:26

CASA VALE DO ANCORA (Travessia S/Levada - Rio Ancora ) Um lugar familiar onde as sua férias e o seu repouso são uma prioridade. (BUCÓLICO registo fotográfico, ainda precedente à travessia a VAU desta LEVADA do RIO ANCORA, com recurso a um "4x4" vulgo JIPE - em Freixieiro de Soutelo - Ancora) - 24/11/2017 Foto By: © Miguel Pinheiro 2017 IN "Olhares da Memória"
Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 11/24/2017 11:47

Distância percorrida: 22,3km (01:40)

Tempo em andamento: 01:13

Velocidade média: 13,27km/h

Média em movimento: 18,17km/h

Velocidade Máxima: 45,77km/h

Altitude Mínima: 9m

Altitude Máxima: 376m

Velocidade de Subida: 628,7m/h

Velocidade de Descida: -940,2m/h

Ganho de altitude: 482m

Perca de altitude: -690m

Tempo de Subida: 00:46

Tempo de Descida: 00:44


Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 11/24/2017 11:50

Distância percorrida: 23,4km (01:43)

Tempo em andamento: 01:16

Velocidade média: 13,49km/h

Média em movimento: 18,36km/h

Velocidade Máxima: 53,07km/h

Altitude Mínima: 9m

Altitude Máxima: 376m

Velocidade de Subida: 645,3m/h

Velocidade de Descida: -927,7m/h

Ganho de altitude: 508m

Perca de altitude: -705m

Tempo de Subida: 00:47

Tempo de Descida: 00:45

Enquadramento Rural, isolado, integração harmónica num outeiro, coberto com sobreiros e acácias, sobranceiro ao vale do Rio Âncora, na periferia de Freixieiro de Soutelo. Possui adro definido por muro de alvenaria de granito, rebocado e caiado, com capeamento em lajes graníticas, pavimento calcetado a cubo granítico e passeio envolvente da capela em lajetas de granito; tem acesso principal a O., por amplo escadório pétreo de seis lanços de seis degraus, delimitado por muro em alvenaria de granito, com patamares pavimentado a calçada à portuguesa, apresentando cruzeiro pétreo em patamar intermédio. No sector S. do adro implanta-se o edifício do Queimador e em patamar que rodeia o recinto, em plano inferior, também delimitado por muro de alvenaria de granito, rebocado e caiado, com capeamento em lajes graníticas, com pavimento calcetado a cubo granítico, instalam-se a Casa da Cera e a Casa de Exposição de Promessas. Tipologia Arquitectura religiosa maneirista. Capela de planta longitudinal, composta por alpendre, nave única e capela-mor, interiormente com tecto de madeira e abódada de berço, respectivamente, e bastante iluminada pelos vãos axiais e laterais, com sacristia rectangular adossada em eixo. Fachadas rebocadas e pintadas com pilastras toscanas nos cunhais, coroadas por pináculos. Fachada principal terminada em empena, rasgada por portal de verga recta encimada por cornija e nicho com imagem do orago, ladeado por duas janelas rectangulares, precedida por alpendre sustentado por colunas toscanas, assentes em muro, incorporando banco interior corrido, com aberturas axial e laterais. Fachadas laterais com fresta de capialço no topo da nave e porta travessa na lateral direita. No interior, apresenta coro-alto, púlpito de bacia rectangular no lado do Evangelho e retábulo-mor maneirista, de planta recta e um eixo. Características Particulares Capela de romaria, de particular devoção dos habitantes do vale do Rio Âncora, possuindo como característica ímpar na região a abertura de vãos encimados por cruzes na parede posterior da capela-mor, nos quais os romeiros introduzem a cabeça para cumprimento das suas promessas. Construída nos primeiros anos do séc. XVIII, possui alpendre bastante amplo, com arquitrave apoiada em colunas assente em muro e com elaborado tecto, em travejamento de madeira, estruturado por asnas e apresentando pendurais de remate inferior recortado. Estruturalmente, caracteriza-se pela sobriedade, sendo o portal axial encimado por nicho envolvido por volutas. O vão em arco de volta perfeita sobre o alpendre deverá datar do séc. XIX e a sacristia, disposta em eixo, é de construção recente. O retáblo-mor conserva a sua estrutura maneirista original, bem como as tábuas pintadas com santos, ainda que repintado. A nave apresenta, do lado da Epístola, dois interessantes "ex-votos" pintados sobre tela e sobre tábua. Cronologia 1682- data na sineira existente no monte; 1701 - data inscrita na verga do portal principal; 1703 - data inscrita em cartela sobre o arco triunfal, informando que a capela foi erecta sendo Abade Bernardo Pereira de Andrade; 1758 - referida nas Memórias Paroquiais como tendo romaria duas vezes por ano, na segunda feira do Espírito Santo e no dia de São Lourenço, a que acode muita gente, não só desta província do Reino, como também da Galiza; séc. XIX - data provável da abertura do vão em arco sobre o alpendre da fachada principal; 1830 - data de em ex-voto; 1862 - data de um ex-voto pintado por milagre do P. José da Costa Lima. Intervenção Realizada Comissão Fabriqueira: 1976 - construção do escadório; 1977 - obras de reparação da cobertura exterior; 1985 - reparação dos vãos da capela-mor; 1993 - construção dos edifícios da Casa de Exposição de Promessas e do Queimador; 1995 - reparação da cobertura interior e restauro do retábulo-mor; 1998 - pavimentação do adro; 1999 - pavimentação do patamar dos edifícios anexos; 2001 - pintura das fachadas da capela. Observações *1 - A procissão dedicada a Nossa Senhora da Cabeça realiza-se anualmente na 2ª feira do Espírito Santo, com início na Igreja Matriz de Freixieiro de Soutelo e término nesta capela.
Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 11/24/2017 12:38

Distância percorrida: 27,9km (02:31)

Tempo em andamento: 01:47

Velocidade média: 11,06km/h

Média em movimento: 15,55km/h

Velocidade Máxima: 53,07km/h

Altitude Mínima: 9m

Altitude Máxima: 376m

Velocidade de Subida: 539m/h

Velocidade de Descida: -777,5m/h

Ganho de altitude: 656m

Perca de altitude: -799m

Tempo de Subida: 01:13

Tempo de Descida: 01:01

We Don't Need No More Trouble... Sentir primeiro, pensar depois Perdoar primeiro, julgar depois Amar primeiro, educar depois Esquecer primeiro, aprender depois Libertar primeiro, ensinar depois Alimentar primeiro, cantar depois Possuir primeiro, contemplar depois Agir primeiro, julgar depois Navegar primeiro, aportar depois Viver primeiro, morrer depois Mário Quintana
Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 11/24/2017 13:08

Distância percorrida: 37,9km (03:01)

Tempo em andamento: 02:12

Velocidade média: 12,57km/h

Média em movimento: 17,14km/h

Velocidade Máxima: 54,08km/h

Altitude Mínima: 9m

Altitude Máxima: 430m

Velocidade de Subida: 712,6m/h

Velocidade de Descida: -786,4m/h

Ganho de altitude: 1048m

Perca de altitude: -881m

Tempo de Subida: 01:28

Tempo de Descida: 01:07

No alto do Monte de Santa Luzia, ergue-se o Templo-Monumento de Santa Luzia dedicado ao Sagrado Coração de Jesus. Visível a quilómetros de distância, o Templo-Monumento coroa a cidade de Viana do Castelo ou, como os vianenses carinhosamente a apelidam, a Princesa do Lima. Deste local bendito abarca-se um panorama arrebatador, que reúne no olhar do visitante o rio Lima, com o seu bucólico e verdejante vale, e um mar infindo por onde as caravelas vianenses saíram à descoberta de novos mundos. Dali se contempla o negrume das serras, o salpicado das casas e o bucolismo dos campos. O sublime da Natureza alia-se ao engenho humano, fazendo desta estância um dos destinos mais fascinantes do nosso país. Nota Histórica O Templo-Monumento glorifica o nome de Santa Luzia, advogada da vista a quem o Capitão de Cavalaria Luís de Andrade e Sousa recorre, na extinta capela de Santa Luzia, acometido de uma grave oftalmia. Já convalescido, institui a Confraria de Santa Luzia, como forma de gratificar a graça recebida. Contudo, é o Sagrado Coração de Jesus o padroeiro do monumento, cuja devoção dos vianenses já vinha desde 1743. Mas foi durante a pandemia da Pneumónica, corria o ano de 1918, que a cidade, chorosa pelos seus entes queridos que haviam perecido, e aterrorizada com a violência de tal flagelo, se consagrou ao Sagrado Coração de Jesus, prometendo subir anualmente em peregrinação ao Monte de Santa Luzia se a pneumónica não ceifasse mais nenhuma vida. Cessada a mortandade, os vianenses fizeram jus ao prometido e rumaram monte acima onde, desde 1904, se construía o templo. Tal promessa ainda hoje se cumpre, no domingo mais próximo da festa litúrgica do Sagrado Coração de Jesus.
Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 11/24/2017 13:25

Distância percorrida: 46,9km (03:18)

Tempo em andamento: 02:29

Velocidade média: 14,17km/h

Média em movimento: 18,76km/h

Velocidade Máxima: 54,93km/h

Altitude Mínima: 9m

Altitude Máxima: 439m

Velocidade de Subida: 731m/h

Velocidade de Descida: -908,5m/h

Ganho de altitude: 1103m

Perca de altitude: -1182m

Tempo de Subida: 01:30

Tempo de Descida: 01:18

Em 2018 assinalam-se os 140 anos de funcionamento da velhinha Ponte Eiffel de Viana do Castelo, estrutura que é considerada Património Municipal e que transporta a Estrada Nacional 13 e a Linha do Minho sobre o Rio Lima, unindo a cidade de Viana à vila de Darque, no sítio do Cais Novo. A Ponte Eiffel, do engenheiro Gustave Eiffel, é um símbolo da arquitetura do ferro em Portugal, mede cerca de 645 metros de comprimento e foi considerada, na altura, uma obra monumental. É composta por dois tabuleiros metálicos, sendo o superior rodoviário, para trânsito automóvel e pedestre, e o inferior ferroviário, que têm uma extensão de 562 metros e 8 metros de largura. Inaugurada em 1878, a ponte metálica sobre o Rio Lima foi desenhada pela Casa Eiffel de Paris e substituiu a ponte em madeira que ligava o então terreiro de São Bento à margem esquerda do rio Lima, junto à capela de São Lourenço, na freguesia de Darque. Desde 2007, ano em que que toda a estrutura da ponte recebeu uma grande intervenção de reabilitação, num processo que 2 anos que custou 15 milhões de euros, que os problemas no piso rodoviário eram frequentes, com vários buracos no alcatrão do pavimento. Em junho de 2014 a Ponte Eiffel sofreu uma grande intervenção para a substituição integral do piso do tabuleiro rodoviário, que se encontrava em muito mau estado. Em 2016 a Ponte Eiffel sofreu novamente obras, para reparação dos elementos de alvenaria existentes no acesso ao tabuleiro rodoviário (rampa), do lado de Darque, e a substituição dos dois aparelhos de apoio existentes nos acessos rodoviários das duas margens do Rio Lima. Recuando no tempo, a 21 de julho de 1852 uma carta de lei ordenou a realização de obras de forma a melhorar o porto e a barra de Viana do Castelo, e a construção de uma nova ponte sobre o Rio Lima, devido ao mau estado de conservação em que a antiga estrutura se encontrava. Um engenheiro inglês, John Rennie, estudou a situação a pedido de Fontes Pereira de Melo, tendo apontado no seu relatório que a ponte de estacas era um grande obstáculo ao movimento das marés, dificultando consideravelmente o funcionamento regular do Porto de Viana do Castelo, pelo que aconselhava a demolição e substituição por uma nova estrutura, que tivesse vãos superiores a 50 pés de altura, e cujos pilares fossem tão estreitos quanto possível. Em 1875, foi determinado que a nova ponte devia ser construída no local proposto em 1855, e que teria dois tabuleiros, sendo o inferior destinado à via férrea. Depois de avanços e recuos, alterações na localização e diversas teorias, o projeto para a nova ponte foi elaborado pelo engenheiro Gustave Eiffel, tendo sido necessárias mais de duas mil toneladas de ferro para a construção da ponte. A empresa de Gustave Eiffel também foi encarregada pela construção, que foi dirigida pelos engenheiros João Matos e Boaventura Vieira. As obras começaram em março de 1877 e foram concluídas em maio do ano seguinte. A 30 de Junho de 1878, foi inaugurado o troço ferroviário entre Darque e Caminha, tendo a cerimónia sido feita no edifício provisório da Estação de Viana do Castelo. Este troço entrou ao serviço no dia 1 de julho de 1878.
Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 11/24/2017 13:40

Distância percorrida: 52km (03:33)

Tempo em andamento: 02:49

Velocidade média: 14,63km/h

Média em movimento: 18,42km/h

Velocidade Máxima: 54,93km/h

Altitude Mínima: 4m

Altitude Máxima: 439m

Velocidade de Subida: 720,9m/h

Velocidade de Descida: -866,8m/h

Ganho de altitude: 1154m

Perca de altitude: -1397m

Tempo de Subida: 01:36

Tempo de Descida: 01:36

As Veigas do rio Lima Designação dada aos terrenos férteis e planos que se localizam nas áreas adjacentes as margens dos rios, também conhecidos por várzeas . São famosas as Veigas das localidades da Correlhã, Seara e Vitorino das donas na margem esquerda do rio Lima servidas de uma Ecopista que se inicia na vila dePonte de Lima junto a Ponte Romano-gotica e termina no cais fluvial da freguesia de Vitorino das Donas, passando de seguida para o concelho vizinho de Viana do Castelo terminando na localidade de Deão percorrendo uma distancia de 13Km.
Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 11/24/2017 13:43

Distância percorrida: 53,4km (03:36)

Tempo em andamento: 02:52

Velocidade média: 14,79km/h

Média em movimento: 18,55km/h

Velocidade Máxima: 54,93km/h

Altitude Mínima: 3m

Altitude Máxima: 439m

Velocidade de Subida: 722,3m/h

Velocidade de Descida: -868,7m/h

Ganho de altitude: 1167m

Perca de altitude: -1416m

Tempo de Subida: 01:36

Tempo de Descida: 01:37

Em pleno coração do Vale do Lima, a beleza castiça e peculiar da vila mais antiga de Portugal esconde raízes profundas e lendas ancestrais. Foi a Rainha D. Teresa quem, na longínqua data de 4 de março de 1125, outorgou carta de foral à vila, referindo-se à mesma como Terra de Ponte. Anos mais tarde, já no século XIV, D. Pedro I, atendendo à posição geoestratégica de Ponte de Lima, mandou muralhá-la, pelo que o resultado final foi o de um burgo medieval cercado de muralhas e nove torres, das quais ainda restam duas, vários vestígios das restantes e de toda a estrutura defensiva de então, fazendo-se o acesso à vila através de seis portas. A ponte, que deu nome a esta nobre terra, adquiriu sempre uma importância de grande significado em todo o Alto Minho, atendendo a ser a única passagem segura do Rio Lima, em toda a sua extensão, até aos finais da Idade Média. A partir do século XVIII a expansão urbana surge e com ela o início da destruição da muralha que abraçava a vila. Começa a prosperar, por todo o concelho de Ponte de Lima, a opulência das casas senhoriais que a nobreza da época se encarregou de disseminar. Ao longo dos tempos, Ponte de Lima foi, assim, somando à sua beleza natural magníficas fachadas góticas, maneiristas, barrocas, neoclássicas e oitocentistas, aumentando significativamente o valor histórico, cultural e arquitetónico deste rincão único em todo o Portugal.
Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 11/24/2017 14:56

Distância percorrida: 78km (04:49)

Tempo em andamento: 03:55

Velocidade média: 16,17km/h

Média em movimento: 19,85km/h

Velocidade Máxima: 70,13km/h

Altitude Mínima: -19m

Altitude Máxima: 439m

Velocidade de Subida: 685,3m/h

Velocidade de Descida: -839,6m/h

Ganho de altitude: 1431m

Perca de altitude: -1677m

Tempo de Subida: 02:05

Tempo de Descida: 01:59

Neste WP, varie pela sua DIREITA em direçao à linha de água que deverá cruzar para seguir a track; NAO DEVE por motivo algum seguir a pista da ESQUERDA (SEM SAÍDA)
Aboim daNobrega uma das mais genuínas aldeias do interior Minhoto, localidade onde a tradição dos Lenços de Namorados tem grande expressão. Aboim da Nóbrega pertence ao Concelho de Vila Verde, situando-se nas Encostas de Mixões da Serra, junto ao Parque Nacional Peneda-Gerês.
VILARINHO DA FURNA Aldeia Lusitana "A Aldeia dos Lusitanos, poucos em número mas grandes na alma. A nós ninguém nos dobra, muito menos os Romanos!" Vilarinho da Furna era uma pequena aldeia da freguesia de S. João do Campo, situada no estremo nordeste do concelho de Terras de Bouro. Segundo uma tradição oral teria começado a sua existência por ocasião da abertura da celebre estrada da “ Geira “ , que de Braga se dirigia a Astorga num percurso de 240 Km, e daqui a Roma. Estaríamos segundo a opinião mais provável, pelo ano de 75 d.C.. Um grupo de sete trabalhadores, assim reza a tradição, resolveu fixar-se junto da actual Portela do Campo. Passado pouco tempo, por motivos de desentendimento, quatro desse homens deixaram os sues colegas e foram instalar-se a poucos metros da margem direita do rio Homem, dando, assim, inicio á povoação de Vilarinho da Furna. Em suma, tudo o que hoje se pode dizer sobre o nascimento de Vilarinho da Furna se resume num levantar de hipóteses. Todavia, no meio de toda esta incerteza, um facto se apresenta incontestável : se não a sua origem romana, pelo menos a sua romanização, os romanos chegaram, viveram, passaram e deixaram rasto. Atestam-no as duas vias calcetadas que davam acesso a povoação pelo lado Sul e, sobre tudo, as três pontes de solida arquitectura.
SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DA PAZ Barral, Vila Chã S. João Baptista 4980-741 Ponte da Barca IDENTIDADE E MISSÃO O Santuário de Nossa Senhora da Paz dá expressão ao pedido de Nossa Senhora, feito a 11 de maio de 1917 e indicado ao pequeno SEVERINO ALVES: “Diz aos pastores do monte que rezem sempre o terço, que os homens e mulheres cantem a ESTRELA DO CÉU, e se apeguem comigo, que hei-de acudir ao mundo e aplacar a guerra”. A Capela de Nª Sª da Paz foi erguida em 1969 no local das aparições de 1917 e, desde então, o restante espaço do Santuário foi sendo construído, em resposta ao aumento do número de peregrinos. O Santuário de Nossa Senhora da Paz é local de peregrinação, que faz memória do acontecimento que levou à sua fundação, as aparições de Nossa Senhora da Paz ao pastorinho Severino Alves. O acolhimento dos peregrinos e visitantes é elemento fundamental da missão deste Santuário Mariano, o qual conta com o apoio de diversos voluntários da freguesia deste mesmo Santuário. O Santuário de Nossa Senhora da Paz defende, então, a mensagem do acontecimento ocorrido a 10 e 11 de maio de 1917 e é missão deste Santuário a análise e a divulgação desta mensagem de paz, como meio de evangelização em Portugal e no mundo. Narrativa das Aparições O QUE ACONTECEU NO BARRAL A 10 E 11 DE MAIO DE 1917 O protagonista do caso foi um pobre pastorinho, de nome SEVERINO ALVES, de dez anos de idade, filho de uma pobre e virtuosa viúva, e irmão de mais outros seis, todos eles muito tementes a Deus. No dia 10 de maio de 1917, deviam ser oito horas da manhã, ia esse rapazinho a caminho do monte rezando o terço, como costumava fazer, quando numa ramada próxima da Ermida de Santa Marinha, sentiu um relâmpago que o impressionou. Dá mais alguns passos, atravessa um portelo e defronta uma Senhora, sentada, com as mãos postas, tendo o dedo maior da mão direita destacado, em determinada direção. O seu rosto era lindo como nenhum outro, toda Ela cheia de luz e esplendor, de maneira a confundir vista, cobrindo-lhe a cabeça um manto azul e o resto do corpo um vestido branco. Logo que o pequeno vidente a viu, caiu para o lado surpreendido com tal acontecimento. Readquirindo ânimo, levantou-se, e exclamou: “Jesus Cristo!”. Nesse mesmo instante desapareceu a Visão. O pároco da localidade, que não parecia ser um espírito que facilmente se dominava por factos, que não parecessem credíveis, ouviu com atenção o rapazinho, não só atendendo á fama de bem comportado, que gozava na localidade, mas atendendo à sinceridade e à precisão com que relatou tudo o que viu. O pároco aconselhou-o, finalmente, a que voltasse ao lugar da Aparição e pedisse a essa Visão que o informasse quem era. No dia seguinte ao da primeira Aparição, dia 11 de maio de 1917, uma sexta-feira, deviam ser também oito horas da manhã, pois ia soltar as ovelhas e os carneiros a fim de os levar para o monte, sem que sentisse relâmpago algum, quando atravessava o portelo, deparou-se com a mesma Senhora, que estava sentada no mesmo sítio do dia anterior. Nesse dia, 11 de maio de 1917, o rosto da Aparição desprendia-se em sorrisos. Quando a viu, o pastorinho caiu de joelhos e disse um pouco surpreendido (para não dizer assustado) o que o pároco lhe havia aconselhado: “Quem não falou ontem, que fale hoje”. Então a Aparição com uma voz que era um misto de rir e cantar, diferente do falar de todos os mortais que tem visto, tranquilizou-o, dizendo-lhe: “Não te assustes, sou Eu, menino”. E acrescentou: “Diz aos pastores do monte que rezem sempre o terço, que os homens e mulheres cantem a ESTRELA DO CÉU, e se apeguem comigo, que hei-de acudir ao mundo e aplacar a guerra”. Depois de dizer o que fica escrito, sem que a criança tivesse mais tempo que responder a tudo: “Sim, Senhora”, a Visão, olhando para uma ramada, acrescentou: “Que gomos tão lindos, que cachos tão bonitos!” Mal o rapazinho tinha olhado para a ramada, voltando a cabeça, já a Visão tinha desaparecido. O privilegiado Vidente foi imediatamente avisar do acontecido as mães dos filhos da localidade que estavam no exército. A comoção do pequeno teria sido tamanha que depois destes factos, nunca mais quis voltar sozinho ao sítio da Aparição. Às perguntas feitas, o rapazinho respondia sempre da mesma maneira: “Se quiserem acreditar, que acreditem, se não quiserem que não acreditem”, e acrescentava: “Eu fiz a minha obrigação, avisando como me mandaram”.
Incrustada na serra Amarela, Germil é uma típica aldeia de montanha situada em pleno Parque Nacional Peneda-Gerês, que conserva o ambiente rural e a vivência comunitária de outros tempos. Concentrada em dois aglomerados de casas típicas de granito, com portas e janelas de um castanho avermelhado, Germil possui ruas estreitas (cobertas por vinhas), calçadas em pedra e água que jorra de todos os cantos. É quase obrigatório percorrê-la a pé! Na aldeia destacam-se uma velha azenha, a igreja datada de 1880 e alguns espigueiros em granito. Observe com atenção um relógio de sol que sobressai no topo de um deles, memória de outros tempos. Fique alojado numa das unidades de turismo rural desta aldeia e desfrute do contacto com a natureza! Germil é o local ideal para descansar, usufruir de agradáveis momentos de reflexão e dar asas à sua veia de explorador da montanha. Nas proximidades da aldeia, descubra o Fojo do Lobo, que se estende ao longo de 1400 metros, na margem poente do vale do rio Germil. Na mesma estrada, em direção à aldeia, avistará algumas silhas, construções circulares em pedra que, noutros tempos, serviam de proteção das colmeias contra os ataques dos ursos. Delicie-se com os sabores típicos da aldeia: chanfana de cabra à moda de Germil, queijo e mel. A cestaria (tradicional e de junco), as peças em linho e lã, a tamancaria e os bordados constituem as atividades artesanais típicas da aldeia de Germil.
MIXÕES DA SERRA - "Aldeias de Portugal" - Pela sua excecional beleza o lugar de Santo António Mixões da Serra, na freguesia de Valdreu, Vila Verde, constitui hoje uma região do concelho, que conjuntamente com os montes que o rodeiam, e ou outros que se situam a Norte, caso do Oural, bem próximos, formam o todo das belezas naturais de Vila Verde, não é pacífico saber-se qual delas é o mais dotado pela natureza, por forma a poder dizer-se, sem contestação que esta zona suplanta aquela ou vice-versa, pela espetacularidade das suas paisagens e panoramas, ou pela amenidade do seu clima, sem deixar de falar na simpatia e simplicidade das suas gentes, ou na riqueza das suas mesas, com os pratos tradicionais das gentes minhotas, ou do seu folclore. Estes montes são locais muito agradáveis e tranquilos, que com as suas caraterísticas físicas, tende cada vez mais a atrair os amantes da natureza e os desportistas de todo o terreno, ou seja na prática das modalidades do desporto-aventura, tais como bicicletas, montanhismo e passeios a acompanhar os percursos das suas águas, com principal destaque para os rios Neiva e Vade, que nascem nesses montes vilaverdenses. Santo António Mixões da Serra, e toda aquela zona que rodeia o Mosteiro, tem uma beleza impressionante de qualquer lugar que se aviste. Parece um postal cheio de histórias, tradições e artes. Felizmente que nenhum edifício moderno se destaca sobre o céu para romper a sua beleza, muitos dos nossos montes permanecem verdes, mas devido à brutalidade dos homens, alguns viram substituídas as suas cores de origem pela cinza dos incêndios florestais. Subir ao alto do escadório é mais sugestivo para admirar os vales e os montes que o rodeiam, mas a visita prossegue, indo ao encontro da nascente do Rio Vade, e apreciar as suas cascatas. A imagem dos animais selvagens, vultos banhados pelo luar espalhados nos cimos dos montes é imagem que leva a uma nova visita, a memória do primeiro contato com a Natureza primitiva, foi momento fugidio, de beleza e magia irrepetíveis.
MATA DA ALBERGARIA - GERES À importância ambiental e paisagística deste local junta-se o interesse histórico: o sítio é, desde há dois mil anos (século I), atravessado por uma estrada romana – passava por aqui a via romana que ligava Braga a Astorga (na atual Galiza), aqui denominada Geira -, de que restam inúmeros vestígios, nomeadamente calçada, pontes e notáveis conjuntos de marcos miliários (dezenas no total), classificados como monumento nacional. Nos anos 40 do século XX, e em grande parte aproveitando o traçado da via romana, foi aberta uma estrada florestal. Durante quase dois mil anos, o facto de passar por este local uma estrada não perturbou o frágil equilíbrio do importante ecossistema aqui existente, nem pôs em perigo a própria mata. Mas nas últimas décadas - sobretudo a partir dos anos 80, com o grande crescimento do parque automóvel e quando a Serra do Gerês teve um enorme incremento do número de turistas -, tudo se alterou.

Nome: Segment 1

Hora de Início: 11/24/2017 10:07

Hora de Fim: 12/01/2017 16:42

Distância percorrida: 198,5km (174:35)

Tempo em andamento: 172:46

Velocidade média: 1,14km/h

Média em movimento: 1,15km/h

Velocidade Máxima: 70,13km/h

Altitude Mínima: -19m

Altitude Máxima: 858m

Velocidade de Subida: 1190,5m/h

Velocidade de Descida: -1368,3m/h

Ganho de altitude: 5801m

Perca de altitude: -5720m

Tempo de Subida: 04:52

Tempo de Descida: 04:10

O Fojo do Lobo é uma armadilha para os lobos. Surgiu da necessidade de impedir que estes animais destruíssem os rebanhos e pusessem em causa a segurança desta população. O seu formato em Y encaminhava os lobos em direção ao buraco disfarçado com vegetação. Hoje em dia, e devido à preservação da espécie em vias de extinção, este processo não é permitido
RESTAURANTE O ABOCANHADO - (IMPERDIVEL) BRUFE - Terras de Bouro Geres. INTEGRADO NA PAISAGEM E CULTURA LOCAL Situado na aldeia de Brufe, a cerca de 12 km da sede do concelho, Terras de Bouro, O Abocanhado encontra-se a uma altitude de aproximadamente 800 m. O edifício construído de raiz, num exercício (reconhecido) de integração na paisagem, é hoje mais um socalco na vertente da serra amarela, de onde se pode usufruir de toda a profundidade do vale do rio Homem. A orientação e encaixe na topografia procuram a integração no terreno, que se confirma no conjunto de materiais utilizados: o granito e madeira. Capacidade: 90 lugares interior + 40 lugares exterior Área da sala de refeições: 100 m2

1 comentario

  • Foto de Paula Abreu

    Paula Abreu 05-dic-2017

    Turismo de Natureza é acima de tudo: desfrutar devagar, com muita calma e tranquilidade.
    ECO TT, Since 1997!!...
    Pioneiros, também no educar...e saber partilhar "Know How"!
    Aquele abraço sempre fraterno!
    https://pt.wikiloc.com/trilhas-outdoor/portugal-profundo-etapa-2-24-11-2017-21345112#wp-21345119/photo-13418451

Si quieres, puedes o esta ruta